Gestores do Pacto da Linguagem Simples se reúnem em novembro para premiação no CNJ
Setenta e cinco órgãos da Justiça brasileira que se destacaram na implementação da linguagem simples em suas comunicações serão homenageados no dia 18 de novembro, em solenidade a partir das 14h, na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília (DF). Na mesma ocasião, será realizada a 3ª Reunião de Planejamento da Linguagem Simples no Poder Judiciário, com a participação de gestores do Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples.
Conheça aqui os comtemplados
Em sua terceira edição, a premiação alcançou o maior número de instituições contempladas até hoje. A certificação é concedida às instituições que obtiveram pontuação igual ou superior a 60 pontos, de um total de 100, conforme a Portaria CNJ 227/2026.
Programação
O evento reconhecerá os órgãos do Poder Judiciário por iniciativas que promovem uma comunicação mais clara, objetiva e acessível à sociedade. Além da entrega da premiação, a programação inclui a palestra “Linguagem Simples e IA”, ministrada pela doutora em Estudos da Linguagem Olívia Rocha Freitas, e a apresentação de práticas reconhecidas com a Distinção Honrosa do Selo Linguagem Simples 2026.
A tarde será encerrada com a 3ª Reunião de Planejamento da Linguagem Simples no Poder Judiciário. O encontro tem como objetivo promover a troca de experiências, alinhar ações e definir estratégias para fortalecer a implementação da linguagem simples no Judiciário em 2027.
O Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples reúne todos os tribunais brasileiros em uma ampla rede de cooperação para a execução de ações, iniciativas e projetos com o objetivo de promover o uso de linguagem clara, direta e compreensível na redação de decisões judiciais e em toda comunicação institucional com a sociedade.
A linguagem simples também está alinhada ao princípio da acessibilidade. Dessa forma, os tribunais são incentivados a ampliar recursos inclusivos, como o uso de Língua Brasileira de Sinais (Libras), audiodescrição e outras ferramentas que assegurem compreensão plena sempre que possível.
Texto: Kellen Rechetelo
Edição: Sarah Barros
Agência CNJ de Notícias
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